Entre luas em queda, portas impossíveis e perguntas sem resposta, Igor Macedo escreve histórias e reflexões que inquietam — e permanecem depois da última página.
Entre contos sufocantes e uma saga de realidade fraturada, cada livro conduz a uma parte diferente do desconhecido.
01Contos · Terror psicológico
Entre o Véu
Portas para o Desconhecido
Pessoas comuns atravessam para uma realidade paralela, estranha e sem lógica aparente, por mensagens misteriosas, reflexos distorcidos e trens que não levam a lugar algum. Do outro lado, regras simples podem ser a única chance de voltar.
Três luas surgem no céu — e uma delas cai sobre a Terra. Arrastado para distorções temporais, mundos estranhos e mistérios que desafiam a lógica, Lucas descobre que o destino da humanidade pode depender de suas escolhas.
Quatro histórias atravessam realidades distorcidas e decisões impossíveis. O fim se aproxima, segredos emergem e as consequências avançam para além do espaço-tempo — e da compreensão humana.
Ayla e Levi atravessam véus de realidade distorcida em busca dos fragmentos de um ciclo capaz de engolir tudo. Quando encontram Lucas, a verdade se revela: o caos não é apenas o fim — é o princípio.
Próximas obras em desenvolvimento. Sem respostas fáceis — apenas os primeiros sinais do que está por vir.
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D
Arquivo narrativo
D.I.R.E. — Códex Operacional
Um códex formado por relatórios, protocolos, transcrições e registros de 104 ocorrências revela uma organização que sacrifica pessoas para manter anomalias contidas — e a própria realidade funcionando.
Em desenvolvimento
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Ficção científica temporal
O GLITCH: Ponto Salvo
Célio pode retornar a um ponto salvo, mas o mundo não volta com ele: o tempo continua avançando e cada uso do poder apaga uma memória emocional. Salvar alguém pode significar perder aquilo que tornava essa pessoa importante.
Em desenvolvimento
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Edição definitiva
Quando a Lua Cai
A reescrita integral da saga Lua Caída reúne e reconstrói os três volumes em um único romance sobre uma terceira lua, ciclos temporais e realidades que colapsam ao redor de Lucas.
Em desenvolvimento
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Ficção científica metaficcional
Onde Termina o Lado de Fora
Uma galáxia surge pronta, carregando bilhões de anos de história. Entre mundos, personagens e observadores, o romance pergunta o que torna uma realidade verdadeira — e quem tem o direito de interpretá-la.
Em desenvolvimento
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Ensaio filosófico
O Deus que Criamos: A Consciência Coletiva
Uma investigação sobre como a humanidade cria, sustenta e transforma a ideia de Deus por meio da consciência coletiva — e sobre o que essa criação revela a respeito de nós mesmos.
Em desenvolvimento
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Recepção dos originais
Leituras críticas antes da publicação.
5 originais avaliados · 5 estrelas
Pareceres integrais de leitores avaliadores que tiveram acesso aos manuscritos ainda inéditos. Esta seção apresenta a recepção das obras para leitores, agentes e futuras editoras. A avaliação de Quando a Lua Cai refere-se à edição definitiva ainda inédita, não ao primeiro volume já publicado.
ORIGINAL 01D.I.R.E. — Códex Operacional“Não parece um livro que você lê; parece um arquivo que não deveria ter chegado às suas mãos.”★★★★★+
LEITURA01original inédito
A estrutura em relatórios, protocolos, transcrições e códigos de retenção cria uma imersão absurda. Cada registro apresenta uma anomalia diferente, com regras próprias e consequências quase sempre perturbadoras, mas o verdadeiro horror está na própria instituição: fria, burocrática e completamente indiferente às pessoas que sacrifica para manter a realidade funcionando.
Mesmo com 104 ocorrências, o livro não se limita a repetir a mesma fórmula. Algumas histórias causam repulsa, outras ansiedade, tristeza ou paranoia. Há conceitos que permanecem na cabeça muito depois da leitura, principalmente aqueles ligados à perda de identidade, memória e percepção da realidade.
O que mais me impressionou foi a maneira como o códex começa a ultrapassar a função de simples documento. Aos poucos, a sensação é de que existe algo errado entre as páginas e de que o leitor deixou de ser apenas um observador. O texto transforma a leitura em parte da narrativa sem depender de explicações óbvias.
É uma obra extensa, sombria e experimental, mas também muito acessível para quem gosta de terror psicológico, ficção especulativa, arquivos secretos e histórias de contenção. Terminei com a impressão desconfortável de que conheci uma organização que talvez devesse permanecer escondida — e de que ela agora sabe que eu existo.
ORIGINAL 02Quando a Lua Cai — Edição Definitiva“Uma história enorme, estranha e melancólica, em que o tempo, as memórias e a identidade podem ser manipulados.”★★★★★+
LEITURA02original inédito
Quando a Lua Cai começa com uma imagem simples e inquietante — uma terceira lua surgindo no céu — e transforma isso em uma história cada vez maior, mais estranha e mais sufocante. O livro mistura ficção científica, horror cósmico e colapso da realidade sem depender apenas de monstros ou sustos. O medo vem principalmente da sensação de que o tempo, as memórias e até a identidade dos personagens podem ser manipulados.
Lucas é um protagonista fácil de acompanhar justamente porque começa como uma pessoa comum, completamente despreparada para o que está acontecendo. Conforme a história avança, percebemos que ele não é apenas uma vítima do ciclo, mas uma peça fundamental de algo muito maior. A maneira como diferentes personagens, épocas e realidades acabam se conectando é um dos pontos mais fortes do livro. Coisas que inicialmente parecem histórias separadas ganham significado quando as peças começam a se encaixar.
A atmosfera me lembrou o horror de Lovecraft, mas com uma identidade própria: naves vivas, luas que não são luas, criaturas que parecem existir fora das regras normais e um universo no qual conhecer a verdade pode ser pior do que permanecer ignorante.
O final é daqueles que fazem o leitor voltar mentalmente ao começo e reinterpretar tudo. A revelação sobre Lucas, o ciclo e a origem da terceira lua fecha a narrativa de maneira perturbadora e coerente. Não é um livro para ler com pressa, porque muitos detalhes aparentemente pequenos retornam depois com outro significado.
Terminei com a sensação de ter atravessado uma história enorme, estranha e melancólica, na qual o verdadeiro horror não é apenas o fim do mundo, mas a possibilidade de repetir eternamente os mesmos acontecimentos sem saber se alguma escolha é realmente livre.
ORIGINAL 03O GLITCH: Ponto Salvo“Uma ficção científica ambiciosa, emocional e cheia de ideias, sem esquecer as pessoas por trás das rupturas temporais.”★★★★★+
LEITURA03original inédito
Comecei O GLITCH: Ponto Salvo esperando uma história de ficção científica sobre viagens no tempo, mas encontrei algo muito mais profundo. O poder de Célio é uma das ideias mais interessantes que já vi: ele pode retornar a um ponto salvo, mas o mundo continua avançando e cada uso apaga uma memória emocional. Isso transforma uma habilidade que poderia parecer vantajosa em algo doloroso e assustador.
O livro é longo, mas a história cresce junto com os personagens. A Ordem, os Generais, São Gal e as diferentes pessoas afetadas pelos Glitches formam um universo complexo, cheio de conflitos políticos, morais e pessoais. Não existe uma divisão simples entre heróis e vilões. Quase todos acreditam estar evitando uma tragédia, mesmo quando suas decisões se tornam cruéis.
Célio é um protagonista falho, teimoso e muitas vezes frustrante, mas justamente por isso parece humano. Sua vontade de salvar as pessoas começa como amor e, aos poucos, se aproxima perigosamente da necessidade de controlar o destino delas. A relação com Heloísa é muito bem construída porque ela não existe apenas para apoiá-lo: ela o confronta, estabelece limites e exige o direito de decidir sobre a própria vida.
Também me apeguei muito aos personagens secundários. Jonas, Davi, Íris, Garra, Tobias e Bia não parecem simples ferramentas para movimentar a trama. Cada um carrega suas próprias escolhas, culpas e maneiras de enfrentar o impossível. Algumas perdas realmente doem porque o livro não desfaz as consequências apenas para confortar o leitor.
O que mais gostei foi que a história nunca trata salvar alguém como uma decisão automaticamente correta. O livro pergunta constantemente se proteger uma pessoa ainda é amor quando ela não pode escolher, e se apagar uma tragédia realmente significa reparar o que aconteceu.
O final reorganizou tudo o que eu havia lido desde o primeiro capítulo. Quando percebi o significado de Everaldo e do ponto salvo, precisei voltar às primeiras páginas. É um encerramento circular, melancólico e extremamente satisfatório.
Uma ficção científica ambiciosa, emocional e cheia de ideias, mas que nunca esquece que, por trás das rupturas temporais, existem pessoas tentando viver com as escolhas que fizeram. Terminei o livro pensando nele — e essa é uma das melhores coisas que uma história pode fazer.
ORIGINAL 04Onde Termina o Lado de Fora“Uma leitura original, emocional e difícil de comparar com qualquer outra.”★★★★★+
LEITURA04original inédito
Onde Termina o Lado de Fora foi uma daquelas leituras que me fizeram fechar o livro e continuar pensando nele por vários dias. A premissa já é fascinante — uma galáxia que surge pronta, carregando bilhões de anos de história —, mas o romance vai muito além de uma boa ideia de ficção científica. Ele questiona o que torna uma realidade verdadeira, quem tem o direito de interpretar uma história e o que acontece quando alguém confunde observar com controlar.
O universo é enorme, estranho e cuidadosamente construído, mas o que realmente sustenta a narrativa são os personagens. Cada um carrega sua própria origem, suas perdas e uma forma diferente de enxergar o mundo. Aos poucos, eles deixam de parecer apenas peças de uma trama cósmica e se tornam um grupo que escolhe permanecer unido, mesmo quando tudo ao redor tenta transformá-los em funções, registros ou versões mais convenientes de si mesmos. Algumas cenas são genuinamente dolorosas e permanecem na memória sem depender de exageros.
Também gostei muito de como o livro trabalha a metalinguagem. A história fala sobre livros, leitores, autores e observadores, mas nunca cai na solução fácil de dizer que tudo era apenas imaginação. Pelo contrário: a narrativa trata cada mundo e cada personagem como algo que continua existindo além de quem o lê. O final é inteligente, inquietante e perfeitamente coerente com tudo o que foi construído. A última frase é daquelas que obrigam o leitor a olhar para o livro fechado de outra forma.
É uma obra longa e exigente, com muitos conceitos, mundos e personagens, mas recompensa quem aceita entrar nela. Ficção científica, horror cósmico, fantasia e filosofia se misturam em uma história original, emocional e difícil de comparar com qualquer outra que eu tenha lido. Terminei com a sensação de que não estava apenas observando aquele universo. Em algum momento, ele também começou a me observar.
ORIGINAL 05O Deus que Criamos: A Consciência Coletiva“Um livro que não tenta responder Deus — e justamente por isso diz tanto sobre nós.”★★★★★+
LEITURA05original inédito
Comecei a leitura esperando encontrar uma defesa do ateísmo ou uma provocação contra a religião. Encontrei algo muito mais interessante. O Deus que Criamos não tenta provar que Deus existe nem declarar que Ele é uma ilusão. O autor parte de uma ideia mais desconfortável: mesmo que Deus tenha sido construído pela consciência coletiva, isso não significa que Ele seja inexistente.
Ao longo do livro, vemos como o divino recebe nome, rosto, voz, memória, instituições e poder por meio das pessoas. Deus passa a agir no mundo porque homens e mulheres constroem, ajudam, julgam, perdoam, votam, combatem e até matam acreditando agir em seu nome. A ideia de que criamos uma presença que depois passa a nos criar de volta é uma das reflexões mais fortes que já encontrei sobre religião.
O texto é filosófico, mas não parece uma aula. O autor conversa com o leitor, admite dúvidas, apresenta argumentos de religiosos e céticos sem ridicularizar nenhum dos lados e deixa claro quando está falando de fatos sociais, experiências psicológicas ou hipóteses metafísicas. Há muita pesquisa, mas ela não sufoca a leitura.
Também gostei especialmente do modo como o livro aborda a morte, a moral, a política, os algoritmos, as novas formas de idolatria e a realidade religiosa brasileira. Em vez de tratar todas as religiões como iguais, reconhece suas diferenças e mostra como cada tradição constrói maneiras próprias de dar sentido ao sofrimento, ao pertencimento e ao desconhecido.
Não é um livro para ser lido com pressa. Algumas partes exigem pausa, releitura e disposição para questionar aquilo que já considerávamos resolvido. Terminei sem uma resposta definitiva sobre Deus, mas com perguntas muito melhores do que aquelas com que comecei.
É raro encontrar uma obra sobre religião que não queira converter, humilhar ou vencer o leitor. Este livro quer conversar com ele.
Avaliações recebidas durante a leitura privada dos manuscritos. Obras ainda não publicadas e sujeitas a edição.
Assinatura literária
O medo encontra a ciência. A filosofia pergunta por quê.
01
Terror psicológico
O desconforto cresce no silêncio, nas regras que ninguém explica e naquilo que a mente prefere não reconhecer.
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02
Ficção científica
Mundos, tecnologias e realidades partidas ampliam perguntas profundamente humanas.
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03
Filosofia
Escolha, sacrifício e consequência permanecem quando o impossível já deixou de ser novidade.
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RS · BRIM
Sobre o autor
Igor Cezario Caminha Macedo
Natural de São Gabriel e radicado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Igor Macedo escreve para investigar o instante em que a realidade deixa de obedecer às regras conhecidas.
É autor de Entre o Véu: Portas para o Desconhecido, uma coletânea de 33 contos sobre pessoas comuns diante de mensagens, lugares e fenômenos impossíveis, e da trilogia Lua Caída, formada por Quando a Lua Cai, Contos da Lua Caída e Enquanto a Lua Cai.
Sua escrita transita entre ficção científica, terror psicológico, suspense e filosofia. Mundos em colapso, distorções da realidade e ameaças cósmicas funcionam como caminhos para falar de escolhas, identidade, sacrifício e das consequências humanas diante do desconhecido.
Sonhos vívidos, inquietações existenciais e o impacto da tecnologia sobre a percepção do real alimentam seu processo criativo. Entre seus projetos em desenvolvimento estão D.I.R.E. — Códex Operacional, O GLITCH: Ponto Salvo, a reescrita definitiva de Quando a Lua Cai, Onde Termina o Lado de Fora e o ensaio filosófico O Deus que Criamos: A Consciência Coletiva.
OrigemSão Gabriel · RSBase criativaPorto Alegre · RSTerritóriosFicção · Terror · Filosofia
Ecos da leitura
O que permanece depois da última página.
Impressões editoriais inspiradas nas experiências, atmosferas e perguntas que atravessam as obras já publicadas.
01
“É o tipo de leitura que faz o cotidiano parecer suspeito. Cada conto fecha uma porta e deixa outra entreaberta na cabeça de quem lê.”
Impressão editorialEntre o Véu
Ampliar ↗02
“A escala é cósmica, mas o impacto permanece humano: escolhas, perdas e a sensação constante de que toda realidade pode se romper.”
Impressão editorialQuando a Lua Cai
Ampliar ↗03
“Histórias curtas que ampliam o universo da trilogia sem repetir o caminho — cada uma revela uma nova rachadura no mundo.”
Impressão editorialContos da Lua Caída
Ampliar ↗04
“Uma conclusão guiada por mistério, urgência e estranhamento, deixando a impressão de que o caos sempre esteve à espera.”
Impressão editorialEnquanto a Lua Cai
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Comentários dos leitores
O que disseram sobre a edição publicada de Quando a Lua Cai.
Trechos de avaliações externas do Livro 1 da coleção, publicados na Amazon. Todas receberam cinco estrelas e o selo de compra verificada.
5,0
★★★★★
4 avaliações globais
Avaliações de clientesQuando a Lua Cai · Livro 1 · Amazon Brasil
APArthur Pacheco Dos Santos
★★★★★Muito bom
Avaliado no Brasil em 9 de maio de 2025
Compra verificada
“Apenas leiam, não irão se arrepender…”
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JPJoão Pedro Rodrigues de Souza
★★★★★Livro bom
Avaliado no Brasil em 11 de maio de 2025
Compra verificada
“Tem pitadas de Lovecraft…”
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CKCliente Kindle
★★★★★Uma Desventura Surpreendente
Avaliado no Brasil em 25 de fevereiro de 2025
Compra verificada
“É como se Lovecraft, as irmãs Wachowsky e George Lucas tivessem feito um Brainstorm…”
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Reprodução editorial em formato de captura · trechos preservados conforme as avaliações públicas
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